Pastoral Carcerária São Luís

at , 65010-904

A Pastoral Carcerária nasceu com a pessoa de Jesus Cristo. "Estive preso e viestes me visitar" Mt 25,36 Endereço Avenida Pedro II, s/n, Centro


Pastoral Carcerária São Luís

São Luís , MA 65010-904
Brazil
Contact Phone
P: 98 3313-4162
Website
http://carceraria.org.br

Description

Objetivo da Pastoral Carcerária é dar assistência global aos irmão privados de liberdade. Que consiste: Em visita aos presídios com equipes e dias determinados para evangelização e ressocialização dos internos. Assistência às famílias dos apenados. Implantação e desenvolvimento do Projeto ESPERE - Escola de Perdão e Reconciliação

Reunião mensal da Pastoral Carcerária, 8:30, no salão da Paroquia de São Panteleão.

Published on 2014-05-10 02:07:43 GMT

Programação Dia Internacional Contra a Tortura: O Maranhão Celebrando a Memória e a Trajetória Histórica do Comitê Estadual de Combate à Tortura 8h30min – Abertura das Atividades – Café com Direitos Humanos. 9h30min – Conferência: Combate à Tortura no Brasil, resgate de uma luta. Expositor: Dr. Luciano Mariz Maia. 10h30min – Mesa de Debate – Combate à Tortura no Maranhão: da campanha permanente de combate a tortura à criação do sistema. Expositores: Miguel Ribeiro Pereira (Assessor Especial da Procuradoria Geral do Estado), Carla Tatiana Pereira (Promotora de Justiça), Marcio Thadeu Marques (Especialista em Direitos Coletivos e Gestão Fiscal (ESPM/MA), 1º. Promotor de Justiça da Infância da Capital) e Cinthia Urbano (psicóloga/SMDH, mestranda em Psicologia/UFMA). 13h – Encerramento.

Published on 2014-06-25 00:16:42 GMT

Carta aberta da Pastoral Carcerária do Maranhão ao senhor governador A Pastoral Carcerária do Maranhão vem através dessa nota repudiar veementemente as atitudes prepotentes e descontroladas do governador do Estado, Flávio Dino, dirigidas ao nosso coordenador estadual durante uma reunião, no dia 27 deste, com diferentes entidades da sociedade civil em que se apresentava a o projeto de lei da criação do Mecanismo Estadual de Prevenção e Combate à Tortura e o Comitê Estadual de Combate à Tortura. Tudo começou quando o senhor governador, surpreendentemente, iniciou a auto-elogiar o seu governo, notadamente, o atual sistema prisional. Afirmou que com o advento da sua administração tudo teria mudado nas penitenciárias e prisões do Estado: os presos têm defensores públicos, há escolas e professores, não há mais maus tratos e nem repressão, não mais rebeliões e mortes entre presos, e nem tentativas de fugas. Enfim, o que não se fez em décadas de administração pública ele o teria feito em poucos meses. Diante de tamanha distorção da realidade prisional o coordenador da Pastoral sentiu-se na obrigação moral de fazer observar ao senhor governador que o que ele expunha com tanta convicção não correspondia à objetividade dos fatos. Relatou o coordenador que os maus tratos continuavam com a mesma ou até maior intensidade que antes em todas as prisões do Estado. Observou que já houve várias mortes de presos nesses primeiros meses de governo, sem falar em fugas, algumas notórias, inclusive, pelo portão principal da penitenciária de segurança máxima em São Luís. Acrescentou que o atual secretário de segurança administra de forma personalista a partir do gabinete dele sem que haja diálogo, visita e comunicação efetiva com diretores, presos e entidades da sociedade civil. Diga-se, de passagem, que uma recente visita de uma comissão parlamentar à penitenciária de Pedrinhas confirmou tudo isso. A reação do governador deixou boquiabertos não somente o coordenador da Pastoral carcerária, mas também todos os presentes. Visivelmente alterado respondeu ao coordenador que ele não conhecia a história do Maranhão, que a sua era uma postura política, preconceituosa, que ele não tinha senso crítico. Em tom desafiador desconfiou da experiência e conhecimento de causa do coordenador e o acusou de ignorar os avanços e as mudanças que ocorreram no governo dele no sistema prisional. Diante do exposto gostaríamos de colocar algumas considerações até como forma de ajudar o executivo estadual a encontrar e aprofundar o rumo do diálogo e da aceitação do contraditório como expressão democrática. 1. Como Pastoral carcerária e como sociedade civil cabe-nos a tarefa de acompanhar e defender a dignidade de toda pessoa, e da pessoa toda, principalmente no que tange a população encarcerada do Estado do Maranhão. Solicitamos do senhor governador que apresente para a sociedade dados objetivos que comprovem o que ele afirma com tanta segurança a respeito da realidade prisional. Quantos novos professores, escolas, defensores públicos, por exemplo, foram contratados no seu governo, e em quais casas de detenção estão atuando. Essas eram algumas das informações que esperávamos dele no embate com o coordenador, em lugar de ‘reagir’ da mesma forma que os seus antecessores quando alguém ensaiava ‘arranhar a sua imagem pública’ com dados e argumentações. 2. Queremos acreditar que o seu destempero emocional exibido na reunião – e que produziu constrangimento generalizado nos presentes, - tenha sido algo circunstancial e não uma expressão do seu ‘modus vivendi’, pois estaria colocando em xeque o direito sagrado ao ‘contraditório’ que ele sempre defendeu. Enfim, que reconheça, de fato, para os seus cidadãos o direito da livre expressão, inclusive o de discordar com o ‘servidor-mor’ do Estado, pois isso é democracia substantiva! 3. Na reunião o senhor governador em duas ocasiões alardeou que iria convocar a Pastoral carcerária para ‘sentar’ e debater questões vitais relacionadas ao sistema prisional. Reiteramos aqui a nossa disponibilidade para não somente sentar com representantes do Estado, mas, principalmente, para visitar, apoiar e defender os presos, - sejam eles quem forem, - e seus inalienáveis direitos. Reafirmamos a nossa disposição em sempre denunciar toda tentativa de brutalidade e repressão por parte das estruturas do estado e de outros que queiram reduzir a vida de um ser humano que já nesta pagando seus erros a uma mera ‘peça’ descartável. São Luís, 28 de junho de 2015 Pastoral Carcerária do Maranhão

Published on 2015-06-27 12:52:12 GMT

Queremos manifestar nossa solidariedade e apoio ao padre Roberto Perez , missionário comboniano, que há mais de 7 anos deixou seu país (México) para dedicar-se a causa dos mais excluídos em terras maranhenses. Como coordenador da Pastoral Carcerária, sempre atuante na defesa e garantia dos direitos dos apenados, o Padre Roberto, acompanha semanalmente a situação dos presídios do Maranhão, através de visitas diárias ao internos e seus familiares. Até o ano passado, exerceu a função de coordenador da Assistência Religiosa juntamente com o Pastor Erasmo. Mesmo tendo sido demitido da função , tem cumprindo rigorosamente seu ministério junto aos encarcerados do Estado. As criticas feitas ao Sistema Prisional durante a reunião ocorrida no Palácio dos Leões não tem qualquer vincularão político- partidária como insinuou o senhor Governador do Estado. Espanta-nos no entanto, como um governo que se auto define como "participativo e democrático" não tem capacidade de dialogar com movimentos e segmentos que não rezam na sua cartilha. O senhor Governador mostrou-se descontrolado emocionante e alienado politicamente por não saber (ou não querer) distinguir criticas propositivas de acusações políticas. As infundadas acusações do insano " ditador comunista" estende-se a toda a Pastoral Carcerária, e ate mesmo a toda a instituição religiosa a que esta encontra-se vinculada. Que governo é esse que não se pode criticar?! Onde o ex juiz federal e agora " quase deus" enterrou o principio constitucional do contraditório e da ampla defesa? da liberdade de expressão? O fato ocorrido com o padre Roberto mostra a verdadeira face do governo do novo e da mudança: um projeto de poder , sustentado pelo ódio, prepotência e revanchismo, tripé que fundamenta todo e qualquer poder totalitário e terrorista. É vergonhosa tal constatação. Mas fica claro a todo quantos quiserem enxergar que o despreparo político e administrativo desse governo tem sua origem no despreparo e desequilíbrio emocional de seu mentor e chefe. Fica registrado nosso REPUDIO a todas as ofensas do senhor Governador ao padre Roberto e em sua pessoa, a todos quantos militam na defesa da dignidade da vida humana. Anima-nos as palavras de Jesus que diz: Felizes os que são perseguidos e caluniados por causa de mim, deles será o reino dos céus. Fatos como estes nos impulsionam a ajudar na construção do reino da paz e da justiça , pois "se calarem a voz dos profetas, as pedras falarão".

Published on 2015-06-28 17:29:38 GMT

O Conselho Nacional do laicato do Brasil – CNLB Regional NE V vem a publico repudiar as acusações do governador do Estado do Maranhão Flavio Dino contra o padre Roberto Perez Cordova da Pastoral Carcerária do Maranhão. Todos conhecemos os grandes serviços que Padre Roberto presta a sociedade maranhense no trabalho com os presidiários e na evangelização dos mesmos, lamentamos que o Governador Flavio Dino a quem confiamos o comando do estado, não esteja preparado a aceitar criticas a seu governo com intuito de ajuda – lo a resolver a triste situação que é a vida carcerária no Maranhão. E de conhecimento de toda a sociedade maranhense que os presídios e as cadeias do nosso estado estão cada vez mais abandonadas pelo poder publico, com maus tratos e superlotações, situações que vão contra a dignidade da pessoa humana. Em nenhum momento percebemos na fala do padre a intenção de prejudicar ou atrapalhar o governo do estado, mais simplesmente a intenção de ajudar a resolver a crise carcerária no Maranhão que já perdura durante muito anos,onde o padre, mesmo sendo funcionário terceirizado não deixou de fazer criticas ao estado pela forma como estava sendo tratada a situação carcerária do nosso estado.O mesmo era pago pelos serviços prestados e não através de mensalinhos como cita o governador do estado Flavio Dino,pois essa nunca foi uma pratica do Padre Roberto que inclusive faz criticas a esse tipo de alienação que vive o cenário político brasileiro. Assim nos do CNLB NE V, queremos prestar solidariedade ao nosso irmão padre Roberto Perez Cordova,para que não desanime em sua luta contra a falta de dignidade humana nos presídios maranhenses. Que o mesmo seja fortalecido pelo espírito santo de Deus em sua caminhada. Maria Jose Silva Ferreira Presidente Regional CNLB NE V Jean Araujo da Silva Vice presidente CNLB NE V

Published on 2015-07-01 15:55:38 GMT

novo número celular da pastoral carcerária da Arquidiocese de São Luis (98) 87 30 49 80

Published on 2014-05-13 02:03:23 GMT

Reunião da Pastoral Carcerária, dia 8 de fevereiro as 8:30, na sala da Pastoral. Esperamos a todos vocês. Vamos iniciar o nosso ano pastoral renovados com a força do Espirito, para seguir acompanhando nossos irmãos encarcerados na construção do reino da Vida, e da Paz.

Published on 2014-01-31 11:57:49 GMT

amanhã 8:30 reunião mensal da pastoral carcerária no salão paroquial de São Pantaleão,

Published on 2014-04-11 21:35:41 GMT

Encontro de agentes da pastoral carcerária neste sabado 15 de Março, na sala da igreja de São pantaleão, as 8:30.

Published on 2014-03-13 11:04:39 GMT

Amanhã, Sábado, 1a formação da pastoral carcerária para novos agentes da pastoral. Comunidade N. S. Da Esperança as 16:00. Paroquia São Daniel Comboni, Vila Embratel, sejam todos bemvind@s

Published on 2014-02-14 23:07:47 GMT

Retiro da Pastoral Carcerária. Sábado 21 de Fevereiro das 8:30 hs, ao meio dia, terminaremos com o almoço partilhado, Local Convento das Irmãs da Redenção, Vila Embratel. Sejam bemvindo@s ao nosso primeiro encontro de 2015, com o impulso da CF, "Eu vim para servir" Esperamos por vcs

Published on 2015-02-20 18:49:41 GMT

Debate: Observatório da Violência _ 1) "Pedrinhas S/A: o negócio da violência e a violência do negócio" - Wagner Cabral da Costa _ 2) Alternativas Penais à Prisão e Segurança Pública" - Douglas de Melo Martins. _ 2a feira, 10/novembro/2014, às 17:30 Teatro Maria Izabel Rodrigues - UNDB Observatório da Violência debate políticas de segurança pública no Maranhão Será realizado na próxima segunda-feira, dia 10 de novembro, no teatro da Unidade de Ensino Superior Dom Bosco (UNDB), às 17h30, o lançamento do Observatório da Violência. Iniciativa articulada por operadores do direito, militantes de direitos humanos e acadêmicos, o Observatório objetiva analisar informações relativas a mortes violentas para subsidiar a elaboração de políticas públicas. _ O evento de lançamento contará com a realização das palestras, "Pedrinhas S/A: o negócio da violência e a violência do negócio", a ser ministrada pelo historiador e professor da Universidade Federal do Maranhão, Wagner Cabral Costa, e "Alternativas Penais à Prisão e Segurança Pública", a ser proferida pelo juiz Douglas de Melo Martins. _ A proposta de criação do Observatório da Violência foi debatida em reunião realizada no dia 14 de outubro. No encontro, estiveram presentes o promotor de justiça José Cláudio Cabral Marques, coordenador do Centro de Apoio Operacional do Controle Externo da Atividade Policial; os juízes Douglas de Melo Martins e Fernando Mendonça; os defensores públicos Antonio Peterson Leal e Heider Silva Santos; o advogado Igor Martins Coelho Almeida; e a representante da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos, Joisiane Gamba. _ O promotor de Justiça José Cláudio Cabral explica que, dentre os objetivos específicos do Observatório da Violência, está o de produzir estudos e indicadores da situação, considerando as diversas dimensões do problema. "As parcerias com instituições de ensino superior serão feitas através de convênios que preveem a criação de grupos de pesquisa", complementou. _ O promotor de justiça esclareceu, ainda, sobre a natureza da iniciativa. "Será criado o 'Instituto Observatório da Violência', com personalidade jurídica de Associação, com princípios semelhantes aos do 'Instituto Sou da Paz'", ressaltou. Redação: CCOM-MPMA

Published on 2014-11-10 10:37:03 GMT

Assembleia Arquidiocesana da Pastoral Carcerária, Dia 8 de Novembro (simmm este sábado) Local: Convento das Irmãs da Redenção, na Vila Embratel Tel Ir Elizabeth oi (98) 988 13 72 85 tim (98) 982 19 80 80 tel Pe. Roberto Perez oi (98) 987 75 91 75 tim (98) 981 82 83 84

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